Ao longo dos anos os jogos tiveram um avanço de tecnologia
fantástico a ponto de poder determinar gerações, por exemplo o Píxel, o 2D, o
3D e por ai adiante.
Mas qual será a principal razão deste avanço?
Para começar,
decorreu-se a evolução dos meios tecnológicos e com ela surgiram as tais novas
plataformas para acompanharem e demonstrarem a capacidade destes em termos de
jogabilidade.No entanto, essa não é a razão principal da evolução dos jogos.
Esta reside, simplesmente, na aproximação ao máximo da realidade e,
consequentemente, o desejo fatal de querer ser a personagem, viver e permanecer
noutro mundo de fantasia.
Essa ideia, originalmente, surgiu com o cinema, que tem vindo a saciar esse desejo parcialmente, proporcionando-nos sensações, sentimentos e imagens pouco comuns no nosso dia-à-dia com o auxílio de histórias emocionantes ou aterrorizantes.
Essa ideia, originalmente, surgiu com o cinema, que tem vindo a saciar esse desejo parcialmente, proporcionando-nos sensações, sentimentos e imagens pouco comuns no nosso dia-à-dia com o auxílio de histórias emocionantes ou aterrorizantes.
Até que apareceram os jogos e estes alcançam o mesmo objectivo, mas adicionando
um pequeno extra.
Existe uma história e um personagem, mas o espectador está mesmo
envolvido, no sentido literal de “vestir a pele” da personagem, contrariamente
a apenas imaginar-se no lugar do indivíduo.
Jogos, como o Pac-Man,
o Bomberman, Super-Mario (que acompanhou muitas gerações desde o Pixel), Hugo, Croc e Sonic são entre os
muitos exemplos de personagens cujo foi-nos permitido passar a sua historia.
Mas os jogos não se
limitaram a isso. Estabeleceram novas metas, tomemos como exemplo os jogos de
tiros, em que apenas é visível umas mãos no ecrã, sugerindo que o resto do
jogador somos nós ou algo que quisermos imaginar. E com isso apareceram jogos que
originaram em vários
géneros e, por sua vez, diferentes papéis para o jogador desempenhar. Estes também abriram novos caminhos para
interacçao entre o jogador e o mundo representado no jogo.
A evoluçao permitiu cada vez mais, com a
introdução de novas formas de jogar, a possibilidade de uma maior imersão
mental e até física do jogador, como o que acontece com jogos de horror ou de
acção: ambos obrigam o jogador não só a estar mentalmente alertado, mas
igualmente desafia fisicamente o jogador quando este é posto em situação de
perigo repentinamente, forçando-o a actuar no momento. O oculus rift é uma nova
oportunidade para os jogos de horror, é criado mais facilmente o ambiente, e a
sua credibilidade não é tão questionada.
O uso dos sentidos, a utilização do
microfone, são tudo ferramentas que estão a ser atualmente exploradas intensamente,
como por exemplo o cheiro nos cinemas, ou água num parque de diversões que
salpica de vez de enquando.
Hoje em dia, os jogos promovem a
interacção física seja para interagir entre família ou até animais virtuais, assim como incentivam a
fazer exercício.
Em suma, o ser humano continuará a procurar novas maneiras de provocar sensações raras, uma vida imaginária de fantasia. Talvez um dia consigamos ter asas e voar.
Até lá aqui deixo um video do futuro:
