Mostrar mensagens com a etiqueta 8245. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta 8245. Mostrar todas as mensagens

domingo, 4 de janeiro de 2015

Religião: Motor Que Desencadeia Guerras

A Religião é um conjunto de sistemas culturais e de crenças, que estabelecem símbolos que relacionam a humanidade com a espiritualidade. Desde o início dos tempos vários povos manifestaram a sua fé de diferentes maneiras, e com isto, todos eles desejavam expandi-la com o objetivo de mostrar ao mundo a sua fé. 

No entanto, este movimento, apesar de ter bons resultados, obtêm também consequências negativas, sendo uma delas, a guerra.
Temos o exemplo da Guerra Santa, que foi causada por diferenças entre várias religiões. Esta guerra nasceu da necessidade de opor uma resistência de toda a Cristandade às invasões dos Bárbaros, Muçulmanos e Otomanos.
Também temos as guerras entre católicos e protestantes na França durante o século XVI e a guerra dos trinta anos no século XVII. Ambas foram originadas por conflitos entre as religiões.

O que aconteceu nestes eventos foi uma manifestação retórica de contrariar o pensamento dominante ( Resistência), ou seja, recusaram-se a submeterem-se à fé da religião oposta. Muitas vezes as pessoas incorporam a maneira de pensar dominante como a sua própria maneira de pensar ( Hegemonia) e isto acontece muitas vezes no tema da religião. Durante muito tempo as pessoas sentiram-se influenciadas pela população, igrejas, líderes mundiais a acreditarem em algo que não queriam acreditar para não se sentirem excluídas e não serem olhadas como estranhos.  

Se uma pessoa deseja tornar-se praticante de uma religião estrangeira por puro livre-arbítrio, tem toda a liberdade para o fazer, no entanto, este acto pode ser levado como uma ofensa para a sua família, que sempre foi praticante duma religião, o que pode originar uma espécie de guerra fria.

Assim concluímos, que a religião pode ser considerada como um dos factores que podem desencadear guerras. É necessário a aceitação de ambas as ideologias para alcançar paz com ambas as religiões, é necessário que ambas olhem uma para a outra com olhos de compatriotas ou companheirismo em vez de inimigo hostilizando a sua fé.  

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

O Desejo da Violência

"A Indústria Cultural" de Horkheimer e Adorno dá-nos a entender que a violência, apesar de ser desprezada, é muitas vezes necessitada. O ser humano está sempre acompanhado pelo desejo de violência, apesar de muitas vezes não o perceber. 

Esta provém de uma necessidade que pode ser originada por via emocional, integridade física ou até mesmo por pura diversão. Foi-nos mostrado, por vários métodos, que a violência deve ser recusada na nossa sociedade devido às consequências que esta pode originar. Esta nunca deve ser opção quando se trata de resolver problemas, mas é esta que a maior parte da população recorre.

Apesar de nos provarem que a violência é um método errado e proibido, o ser humano continua a adaptá-la na sociedade por outros meios. Temos o exemplo dos filmes de terror, que promovem a Violência, Homicídio e o Terror. Apesar de estas serem ideias recusadas pela sociedade, as pessoas necessitam delas, elas veem estes filmes para sentirem medo. 
Outro exemplo, o filme: "O Silêncio dos Inocentes" que promove a violência ao nível psicológico. 
Este filme mostra-nos vários comportamentos com extrema e exagerada agressão com o objetivo de mostrarem e caricaturarem a mente psicopata. Ao vermos o filme encontramos vários comportamentos nas personagens que muitas pessoas acham incomuns e que podem ter consequências para aqueles que desprezam o tema. 

Para além deste, ainda temos o filme "Pulp Fiction" que incorpora vários temas como a violência, vingança, drogas e humor. A violência como meio de comédia é uma das maneiras diferentes de esta ser exprimida. Muitas vezes, os espectadores mostram desagrado pelo filme, mas a maior parte da população revela agrado. Outro exemplo são os filmes ou os cartoons de animação em que a violência, mais uma vez é utilizada como uma maneira de alegrar os espectador apesar de não utilizar meios que provem a agressão, tais como: o sangue, tortura e sofrimento. Esta "violência" tem como objetivo criar emoções de felicidade e euforia. 

Com isto, conseguimos verificar e identificar o prazer da violência do ser humano em meios cinematográficos. Apesar de ser recusada e proibida, esta sempre foi e sempre será requisitada pelo homem enquanto viver. Segundo Horkheimer e Adorno "o prazer com a violência infligida ao personagem transforma-se em violência contra o espetador, a diversão em esforço.".